Demonio - A Queda

Jogadores / Nicknames de Demônio
Chu "Amon"
Mimi "Mizael"
Bruna "Naruel"
Vitor "Samael"
Renato "Arken"
Artur "Kalimael"
Barph "Nikodemos"
Rodrigo "Morlor"


Antes de começar o relato, deixe-me terminar de comer, que a minha mãe falou que é falta de educação falar de boca cheia. Da próxima vez eu vou comer um humano desossado, que o fêmur atrapalha na digestão!Bem, vamos começar com a história de ir pra Denver e recuperar o instrumento musical do anjo (Ablon). Tá... é uma missão basicamente simples, ir lá, pegar um instrumineto musical... Mas que diabos que é essa missão estúpida, eles nem sabem qual instrumento que é, do jeito que a nossa sorte vai, no mínimo deve ser um órgão que está dentro da igreja!

Denver... o que posso dizer dessa cidade? Vamos lá, é uma cidade universitária, com vários alunos e atletas bolsistas, que fariam de TUDO para manter uma excelente forma física e outra... eles tem uma um grande presídio e também um manicômio, coisa saborosa para nós demônios... O que será que eles não fariam para poder ter um pouco mais de força ou um pouco de esperança para as suas mentes atormentadas.

Em Denver contactamos Nikodemos, que é uma espécie de professora regente da Universidade. Começam
os por investigar sobre a garota que "repentinamente" tem a voz angelical. Resolvemos ir até a casa dela, e Arken sentiu presença sobrenatural na área onde estava a garota. Resolvemos dividir a nossa equipe (metade vai para a casa da garota e outrametada para a escola dela) para que seja verificada se é a garota ou se é o local que tem uma presença sobrenatural. Descobrimos que é a garota.

Mizael resolve investigar a galeria de arte e consegue entrar na alta sociedade. Eu particularmente acho meio indigesto esse pessoal de "sangue azul", mas no final das contas todos eles tem sangue vermelho mesmo.

Ainda durante a tarde vamos investigar o teatro. Assumo a forma de um pombo e descubro que o teatro tem uma "redoma" que protege de entrada de anjos/demônios. Ao encostar na redoma, aparece um símbolo, que descrevo para o grupo e depois de muito tempo de pesquisa, descobrimos ser um ritual pagão.


De noite, resolvemos ir ver o barzinho, onde os universitários vão lá. Nikodemos faz
a festa anotando os nomes dos alunos que frequentam o local. Pelo jeito ele vai fazer alguns pactos e/ou seguidores. Sentimos alguns pontos de fé no local, mas não era nada especial. Resolvemos voltar, mas percebemos uma concentração de fé na floresta. Vamos investigar o local e encontramos uns trailers ao redor de uma fogueira, mas o mesmo estava cercado por uma espécie de proteção (o mesmo do teatro). Kalimael comanda os ventos e faz um ataque aos trailers, enquanto isso, invoco alguns lobos. A porta se abre de um deles e sai um velho segurando um cajado. Mando o lobos atacarem o velho. A área onde está o velho fica escuro, pois com o vento forte a fogueira é apagada. Escuto som da morte dos lobos enviados. Dessa vez invoco insetos e mando atacar a área, mas o mesmos são detidos pela redoma. Começamos a escutar um som de canto de criança. Resolvemos nos retirar, para voltar no dia seguinte.

Ainda a noite, peço uma pizza e janto o entregador. Na manhã seguinte, resolvemos voltar ao local do acampamento (eu, Kalimael, Mizael e Naruel). Arken, Morlor junto a Nikodemos resolvem pesquisar mais sobre o histórico do teatro . Não encontramos nenhum trailer. Novamente invoco dois lobos e comando eles para seguir a trilha dos trailers. Kalimael resolve vir junto comigo. Seguidos os lobos em corrida até a cidade. Na cidade, compramos coleiras e colocamos nos lobos (para que pareçam cães, bem ferozes, mas ainda assim cães). Eles param na entrada do teatro. Resolvemos levar novamente os lobos para a floresta. Quando nos aproximamos, sinto cheiro de fumaça e vimos muita fumaça vindo de lá. Já imagino o Naruel, que deve tger colocado fogo na floresta. Ligo para os bombeiros e para as emissoras de televisão, falando sobre o incêndio.


Voltamos para a cidade e retornamos para o refugio no hotel. Mizael retorna em seguida, bem ferida e Naruel não está junto. Ela faz a troca de pacto com Morlor e este faz o proce
sso de cura dele. Arken nos avisa que ele está gastando muito fé e que está chamando muita atenção (principalmente de Ablon). Resolvemos evadir do local, deixando Mizael e Morlor sozinhos no apartamento. Eu e o Arken resolvemos ir para os esgotos. Eu estava com planos de verificar se a tubulação de esgoto passa por baixo do teatro.

Repentinamente durante a tarde começa a chover com nuvens bem carregadas. Arken começa a queimar por causa da chuva. Que desgraça, é uma chuva de água benta. Corremos até um outro hotel (pela tubulação dos esgotos) e saimos próximo ao hotel. Entro no hotel já começando a queimar e pego um guarda chuva para Arken. Vejo que ele está bem queimado. Ao entrarmos no hotel, peço o kit de primeiros socorros e levo Arken para o quarto tratar de suas feridas. Do último andar vemos que a tempestade aumenta, forma-se um ciclone em direção ao hospital. Escuto o grito de Ablon. Um grito aterrorizante, se eu fosse a presa dele, eu estaria correndo desde já.

Quando a chuva passa, vou para os esgotos. Arken e Mizael vão para a casa de Nikodemos pesquisar sobre o simbolo pagão. Nos esgotos faço contato com um vampiro e ele fala que eles já sabiam que essa chuva de água benta viria. Que isso foi contado por outro da minha espécie (outro demônio) e que ele (o vampiro) também não consegue passar pelo símbolo de proteção. Aproveito e vou para o parque da universidade e mato uma jovem que estava fazendo corrida (exercício faz mal a saúde), extraio o seu sangue e encho o recipiente para fazer o ritual de comunicação. Faço contato com Belfior e passo o relatório de tudo (inclusive de que tem demônio de outra facção aqui). Peço ajuda quanto ao ritual. Nikodemos, Arken e Mizael descobrem que é um ritual pagão (babilônico), que para passar pelo selo de proteção, tem que misturar com uma flor babilônico o sangue de uma menina e um menino recém nascido. Que beleza, por que não usar o sangue de um morimbundo?! O pessoal mais antigo são um bando de sádicos mesmo e depois é que chamam a gente de demônio!

Agora vamos atrás de sangue de bebê...







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