Mudamos para melhor!

Senhoras e senhores,

É com grande prazer e satisfação que anúnciamos nossa mudança para um site inteiramente nosso.

Começamos com uma pequena idéia, e hoje olhamos para trás e percebemos como pequenos atos podem se tornar grandes quando forem feitos com carinho e força de vontade.

Para quem quiser continuar nos seguindo, apresentamos o nosso novo endereço:

Agradecemos a atenção,
Equipe GD10.

Compaixão é para os fracos

Durante muitos anos percorri caminhos escuros, becos esquecidos e lugares místicos. Sem rumo certo, a incerteza do amanhã destruía partes do meu ser, pois a cada passo, um perigo novo se espreita. Por muito tempo, vivi nas sombras, acuado como um animal ferido, podendo ser abatido a qualquer momento...




Mas esta época já passou, pois eu, Imhotep, resolvi abraçar o que sou. O ódio e chama da vingança falam mais alto que o medo de se expor; a sede de poder flui dolorosamente em minhas veias, clamando por mais e mais, em um laço cíclico sem fim. Deste ponto em frente não mais sofrerei a vergonha de ser exilado, de conviver entre aqueles que não me querem, por temerem o desconhecido.





A força impera neste reino mortal. O poder é a moeda de troca entre seus habitantes. Não existe espaço para a compaixão, a bondade ou a esperança. Aqui, somente os fortes sobrevivem e estes comandam os de mente e espírito fracos. Este é o meu novo lar. Não.. Este é o meu novo REINO, pois eu sou Imhotep, da casa dos algozes, e eu vim para saciar meu desejo de vingança!





Curvem-se perante minha presença. Escondam suas crias, pois delas preencherei meu exército. Os fortes me veneram, enquanto os fracos ao pó voltarão. Jure sua lealdade a mim e de minha presença encontrem as forças para sobreviverem neste mundo patético. Junte-se ao meu exército e sobre minha liderança clamaremos o reino que me pertence. Morte e devastação serão nossas armas e o medo e terror serão nossos escudos.


Pois eu sou IMHOTEP.


Demônio - A Queda: Arken - A Reunião

1 de Setembro de 2009 - Cidade: Denver - USA

Vitória! Nada como o doce sabor da vitória, às vezes alguns sacrifícios são necessários para se alcançar os objetivos. Após me adequar ao modo de vida mundano tratei de infiltrar na sociedade humana e facilmente consigo o quero, estar no núcleo do círculo do partido o qual a Helen tanto desejava através de muito labor... apenas facilitei as coisas ao meu modo. Após garantir a vitória do sr. Wesker para prefeitura de Denver e a eleição de alguns vereadores locais para facilitar sua administração, isto me renderia frutos futuros para continuar a guiar humanidade nos seus devidos rumos.

Após me instalar nesta cidade continuo no aguardo de ser convocado, afinal havia... alguém... que sabia meu nome verdadeiro. Como Luciferano devo estar pronto para auxiliar na causa porém como não havia nenhuma ordem designada ou objetivo a curto prazo a ser alcançado por hora me contento em acumular um pouco mais de poder para exerce-lo. Eis que neste período novamente escuto meu nome ser chamado e através da visões enxergo um local o qual reconheço ser próximo de um bairro pobre da cidade.... um prédio abandonado.

Este era sinal... decido largar o gabinete na desculpa para resolver "assuntos particulares" e parto para a reunião. Ao chegar no local abandonado me deparo com um oficial da polícia rondando as proximidades mas ao meus olhos posso enxergar sua verdadeira natureza. Deixo-o seguir com seu caminho e parto para o meu. Adentro no local com cuidado e chego até o centro da construção onde observo símbolos ocultos no meio da poeira, com cautela pois aquele mesmo "oficial" continua a me observar distante. Continuo a fazer a minha parte e abro a porta do grande porão e desço no local. Ativo parcialmente minha forma demoníaca de forma que meus olhos pudessem enxergar perfeitamente no escuro. Me aproximo da porta lacrada com runas e me viro aguardando o "oficial" aparecer.

E assim o fez... Tratamos de certificar a situação e revelou-se como Samael, um Luciferano e quando estávamos para adentrar no local mais demônios começaram aparecer... assim como os problemas. No meio da bagunça generalizada o jovem punk denominado de Kalimael assumiu sua forma demoníaca como mestre dos ventos para ganhar a "devida" atenção do grupo.

  • Amon: NÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOOOOOOOOOO me encha o saco guri!
  • Arken: Tsc! Quem ligou o "circulador de ar"?

Após fim da série de discussões voltamos ao nosso objetivo, reunir-se com o líder local.
Abrimos a porta e nos deparamos com um velho sentado numa cadeira de madeira maciça, nos ajoelhamos ao seu redor e a reunião começou.

Barão Izumael estava selado num círculo de aprisionamento imposto por um caçador chamado Ícaro, somos encarregados de tomar deste caçador o anel (artefato) que é capaz desfazer a tal barreira. Fomos instruídos para agirmos com cautela diante deste mortal pois este foi competente o suficiente para "deportar" de 5 demônios de nossa facção.

Deixamos o local, fiquei incumbido de obter mais informações a respeito e arranjar algumas facilidades para os demais agirem em Denver.

Demônio - A Queda: Prelúdio de Arken

No final da "Era da Ira" após Deus punir as demais casas, organizados e preparados para retaliação, estávamos preparados para qualquer punição... exceto esta que veio Dele.

"Rebeldes do Amanhã... Eu nomeio vocês de Namaru, os Diabos."

Assim Ele nos puniu e partiu junto com sua hoste.

Todos os rebeldes estavam confusos pela razão deles simplesmente partirem até nossos conselheiros e batedores confirmarem o pior. A hoste de Miguel estava numa posição defensiva não para se defenderem de nós, mas sim para proteger aqueles que escolheram seguir o caminho de Deus de sua ira que foi desferida contra nós em sua máxima magnitude. A entropia adentrou no mundo através do toque de Deus tornando estas terras uma sombra da magnitude do que era o Paraíso. Um mundo onde os humanos vivem sem sofrer a maldição imposta de seus protetores, de serem tragados ao esquecimento.

Numa luta incessante para não ser "consumido" pelo esquecimento, aguardando o momento de retornar ao mundo... continuar o trabalho que começamos no início dos tempos... ao longe escuto meu nome verdadeiro ser chamado...

...Ar-Pharazôn...
...Ar-Pharazôn...
...Ar-Pharazôn...

Desta forma fui chamado para o mundo superior... O abismo continua a me puxar com mais força... devo ser rápido na busca de um hospedeiro quando sinto a vida de uma humana prestes a se esvair. Possuo seu corpo e suas lembranças...

27 de Junho de 2009 - Cidade: Denver - USA

Helen de Vill - Promissora coordenadora política do partido Republicano que "estava" residente em Denver, estava ajudando na campanha política do futuro prefeito da cidade sr. Allan Wesker. Era imprescindível para o partido obter uma vitória no condado mais importante no estado de Colorado. Infelizmente esta senhorita sofreu um acidente de carro e devido ao "efeito chicote" estava perecendo e foi neste momento que possui seu corpo e suas lembranças.

Lentamente abro meus olhos e sinto por um único segundo todos os anseios, expectativas, frustrações e a esperança que Hellen tinha até aquele momento. Com muita satisfação aceito estas sensações que simplesmente estão além do que eu podia imaginar ao tomar o corpo humano. Sou "resgatada" pelos bombeiros locais das ferragens do veículo e levada ao hospital. Sempre pressa decido me deixar levar pelos processos mundanos para não levantar suspeitas, afinal este humanos ainda não estão prontos para receberem a verdade e sem contar que precisaria de um tempo para me ajustar a esta nova realidade.

Cadê os meus óculos pra escrever no Blog?

Querido Diário,


Mais um dia, mais um chute no meio das pernas...Estava eu, toda bondosa acolhendo a rapariga da Mizael, que por algum motivo estava se escondendo de alguém, provavelmente do namorado dela. Sabe como são estes jovens de hoje, ela deu em cima do raparigo e agora tá fazendo doce. Mas esta estória fica pra outra vez, o importante é ir atrás da planta pra fazer um chazinho de bebê. Já tinha ouvido falar de "chá de bebê", agora eu sei o que é. Só precisamos de uma planta e alguns recém-nascidos.


A m**da é que a planta já se escafedeu da face da terra, e a única maneira de conseguirmos fazer o chá é indo atrás de restos arqueológicos da flôr da Babilônia. Eu sei que a planta é inútil da forma como se apresenta, mas felizmente temos alguém que consegue dar vida às coisas. Menos mal, pelo menos o v**do não é inútil, como certas pessoas que vou mencionar posteriormente.


Reunimos metado do grupo, infelizmente na minha casa e fiz questão de não servir biscoitos, ou eles já iam achar que minha casa é a casa da mãe Joana. Horas e horas discutindo, bando de inúteis, falam, falam e não decidem p**ra nenhuma, parece os incompetentes da minha classe que me mandam umas m**das de trabalho só enchendo linguiça. Bando de inúteis, vão levar tudo um F na nota.


Depois de muito tempo, os c**nos decidem invadir a fábrica farmacêutica (quem sabe eu aproveito e pego uns remédios que estou precisando), e pedem pra eu alugar um carro, e lá vai a senhora bondosa, de saco cheio, dar uma de chofer da patricinha pra cá e pra lá. Bando de aproveitadores, só porque eu tenho um coração mole, seus c**nos.


Alugo o carro, pego alguns c**nos e levo eles até o ponto de encontro, em um acostamento perto da estrada que vai pra fábrica. E nem me avisaram que tava frio pra c**ete. Eu, mesmo na flor da minha idade, odeio o frio. Das poucas coisas que me irritam, o frio é uma delas. Aí eu penso "p**a que pariu, que frio do c**ete... mas podia ser pior, podia estar nevando" (sabe como é, estamos no inverno). Quando eu me preparo pra invasão na fábrica, o que eu vejo? Vá se f**er, começa a nevar! Apenas olhei para o lado, toda simpática, e a Mizael só fala "gente, foi mal". FOI MAL O C**ETE. Já tá um frio do inferno e você me faz piorar? P**ra, tão querendo me sacanear, não ensinam o uso de fé nível básico na sua casa?


*pausa pro chá*


Onde eu estava? Ah, sim, os c**nos foram invadir a fábrica farmacêutica. Ah, f**a-se, quem quiser saber da m**da que deu, que preencha um formulário e dê entrada na secretaria da faculdade, que isto já cansou minha vasta beleza. Finalizando, o c**no do Amon me apunhalou pelas costas, tentou me comer e sugar a minha essência. P**a m**da, já não chega a inútil da Naruel colocar fogo na reserva florestal da cidade, o v**do do Morlor chamar todas os anjos pra cima do grupo, ainda me fazem perder a novela pra sair na m**da do frio.


Resumindo, tenho filho v**do mas não tenho filho demônio.



Demonios - A Queda - A Sobremesa é a melhor parte!

Demônios - A Queda
Episódio: A sobremesa é a melhor parte

Jogadores - Nicknames de Demônio
Chu - Amon
Miriam - Mizael
Bruna - Naruel
Vitor - Samael
Renato - Arken
Artur - KalimaelFabio - Nikodemo
Rodrigo - Morlor

Na última aventura descobrimos que para passar pela barreira que nos impede a entrada do teatro precisávamos de uma planta extinta da antiga Babilônia e que somente tem uma amostra seca da sua flor, mas o mesmo foi solicitado por uma fábrica aqui próximo.

O pessoal resove se reunir no apartamento de Nikodemos e durante a reunião (naquele bla, bla, bla), resolvo ir a uma loja de armas, para "fazer compras".

Resolvo ir pelos esgotos e no caminho aproveito falo com o vampiro que eu já havia encontrado anteriormente e proponho a ele ter a honra de ser o meu seguidor. Ele pede um tempo para pensar no caso.

Saio dos esgotos e me dirijo a loja de armas. Vejo que tem dois atendentes e antes de entrar na loja, aciono minha forma apocalíptica (para quem não sabe um demônio tem duas formas apocalípticas: 1. A que ele continua humano, mas com poderes extras e a 2. Forma bestial, com mais poderes ainda, mas visando destruição) e entro na loja. Falo com um dos atendentes e ele pede o meu registro de armas. Penso nas alternativas:
1. Sou bonzino e falo que não tenhoo e saio da loja.
2. Assumo a minha forma aterrorizadora e como o corpo e a alma dele e depois abro o cofre e pego as amrmas que eu quero?

Não demoro muito para chegar a minha opção... Claro que é a opção 2.
Mato um deles e corro para a direção da outra atendente. Seguro o braço dela (que tentaava acinar o alarme) e falo bem baixo, que ela não deveria fazer isso.

Aproveito para coletar fé dela. Digo a ela que a pessoa que trabalhava lá tinha certas dívidas com o demônio e que ele estava lá para cobrar o seu preço. Sinto a fé dela vindo para mim e preenchendo o meu ser. Pego a chave do armário e escolho as armas: 2 fuzie, 2 escopetas, 4 pistolas de grosso calibre e 2 revólveres. Volto para os esgotos e vou para o aprtamento de Nikodemos, mas não antes de matar a atendente.

Chegando lá não encontro ninguém, ligo para Nikodemos e acertamos dele passar por aqui e me buscar. Ao entrar no carro de Nikodemos, Naruel liga e fala que está próximo do carro. Aguardamos ele e vamos para o meu apartamento.

No apartamento, tomo um banho e troco de roupas, pois a anterior ficou cheio de sangue. Separo as armas na cama, passo algumas para Naruel e coloco todas as outras na sacola. Segundo o Narual, todos ficaram de se encontrar na estrada em direção a fábrica que fica há mais ou menos a 3 quilômetros dala.

Chegando no local combinado, recebo a missão de derrubar um poste (para cortar a energia e comunicação da fábrica). Que desgraça, se era para derrubar o poste, por que vim até aqui e agora terei que voltar um monte para derrubar o poste e não fizemos isso antes?

Vou até o poste e no caminho vejo que o tempo fecha e começo a sentir frio, muito frio. Assumo a minha forma apocalíptica e com isso, deixo de sentir o frio. Chego até o poste e o derrubo. Começa a nevar!

Resolvo ir até a fábrica e aí é que as coisa começa a ficar esquisita... Começa a ter uma espécie de tempestade de terra, isso mesmo, o vento coneça a sofrar torrões de terra, isso claro que além da neve e mau tempo, bem, pelo menos não é chuva de água benta.

Chego até o muro da fábrica e resolvo comer uma parte do mesmo para abrir uma entrada para o pessoal, mas começa um terremoto e vários holofotes começa a acender, bem como começa a tocar alarme. Com o tremor, não consigo fixar corretamente os dentes no muro. resolto tomar forma de um pombo e sobrevôo o local. Vejo que sai de dentro da fábrica (pelas portas frontais)
uma serpente gigantesca. Acompanho a serpente e quando tenho a oportunidade (Naruel colocafogo na cauda da serpente) entro em forma de pombo pela boca dela. Dentro da serpente volto para a minha forma apocalíptica e começo a comê-la de dentro para fora. Quando vejo a saída, aciono outro poder, que a deixo em coma. Saio da serpente e vou em diração a fábrica... Sabe que nós devoradores os que sabem lutar) não para até ter saboreado um verdadeiro banquete durante o combte. Mas a serpente era só a entrada a verdadeira comida ainda estava para ser servida.

Novamente em forma de pombo, vôo até a fábrica desta vez nem penso em abrir um buraco no muro. Chego a porta de entrada e o mesmo está com chamas altas. Assumo a forma apocalíptica e como uma parte da perede, abrindo um buraco nele. Entro na fábrica e na primeira sala (a de recepção), vejo uma criatura em ébano. Penso comigo memo, a comida chegou... Corro até ele e o ataco. Ele assume uma forma parecida com a minha (com uma bocarra), digo parecida, porque é inferior, se não fosse, eu não estaria relatando aqui o que houve...

Dou uma mordida nele e ele "retribui" com uma outra mordida. Dou uma segunda bocanhada nele e ele cai morto. sinto a sua essência saindo do corpo e rapidamente absorvo o mesmo... Ah... Como é bom consumir demônios... Novos poderes!

Viro novamente um pombo e vou até lá fora... Sobrevoando vejo um demônio próximo ao carro que Mizael está fugindo. Vejo outro demônio (do fogo) e caído no chão próximo a ele está o corpo de Arken. Decido rapidamente em qual dos dois irei atacar e então pouso atrás do demônio que está próximo a Mizael (pelo menos o corpo dele ainda está vivo). O demônio que está próximo a Mizael é de sombras e fantasmas, coisa de macumbeiro (vide figura ao lado). Após o pouso, já assumo a forma apocalíptica e o ataco. Dou uma mordida. Naruel pouso ao lado e assume a forma apocalíptica dele. Naruel ataca o mesmo demônio que eu, causando mais dano e para finalizar arranco mais um pedaço da carne do nosso inimigo. Ele cai e para a nossa surpresa o corpo se transforma na Helen (hopedeira de Nikodemos). Eita cagada... Pelo jeito pegamos o demônio errado, bem... quem mandou estar no local errado na hora errada! Nikodemos tem que agradecer por eu não ter sugado a sua essência! Agora pensando bem, percebo que senti o gosto de carne velha... sabe como é... sabor de um galo velho, mal cozido e duro e com notas de naftalina... Sou um verdadeiro Gourmet.

Ao terminar o combate, vimos que o demônio de fogo evadiu do local. Assumo a forma de pombo e resolvo fazer uma varredura na área em busca dele.

Agora vamos em busca da sobremesa...

Onde tem fumaça...tem fogo!

Oi? fogo? me chamou?!?!?!

Cara, vou te contar uma coisa, não é fácil ser alguém com a cabeça quente!
táquepariu!

Mandam a gente numa missão, pra recuperar um artefato de um anjo...FALA SÉRIO, pq raios eu iria querer recuperar o artefato do tal do anjo?

ahh, mas eles foram super legais e nos ajudaram bastante, facilitaram nossas vidas e disseram exatamente o que era o artefato, embora não tenham dito o onde estava...certo?

PÉÉÉÉÉÉ, errado!

Pra que facilitar se a gente pode complicar... mas vá lá...vamos ver qualé.
Ah sim, esqueci de comentar que eu sou tipo: o chefe das drogas de quase todas as cidades por aqui?! ha-ha

________________________________________________________________

Hm, cidade de Denver... é SUSSE! tenho altos contatos aqui, na verdade..aquela favela ali não é de um cara que me deve grana?! Hm...

________________________________________________________________

É piada, só pode ser piada... eu TENTEI ajudar os necessitados, eu tentei! eu ofereci R$ 50.000 dólares e umas 4 pedrinhas e o que eles fizeram? MANDARAM UM BOCABERTA PRA COMPLETAR A MISSÃO!

O que significa, é claro, que não deu certo! ora, vou até lá...bater um papinho...daqui meia horinha ¬¬'
________________________________________________________________



Ahhh cara, eu fui legal, eu fui compreensivo, eu fui simpático... e O QUE ACONTECEU? tentaram mentir pra mim...

Tá loco cara, eu não acredito que falaram isso... EU AVISEI pô.
Eu disse que eu queria a verdade, eu disse para ele que se ele não tivesse noticias que me agradassem, ele sofreria as consequências, e o que foi que ele fez? tentou mentir pra mim... tsc tsc tsc


é isso ai, toquei fogo no casebre sim! Mah eu fui uma anta também, pq além de matar o dono do lugar, eu matei o 1º e 2º em comando...
Claro que eu não ia sair por baixo e falei pra comunidade que eles tinham que achar um novo líder, e que se els não fizessem isso, eu o faria.
Ups.
__________________________________________________________________

Ah, isso que é bom, depois de realizar minha atividade favorita, vamos para o bar.
Uh delícia... fala sério, a Hellen me mata de rir... senhorinha engraçada.

Epa, perai que a outra Hellen (cambada de sem imaginação) esta dizendo que há uma coisa estranha na floresta... e tá todo mundo se levantando, aicaray, vou ter que ir junto ...

_________________________________________________________________


Oo, isso praticamente resume o que foi visto naquela reserva, trailers no meio do mato, com uma proteção igual a do teatro da cidade (foi o que o Amon disse).
Um velho maluco segurando um treco BIZARRO na mão... e de repente uma cantoria estilo angelical?
Vix, vamonessagalera.

Star Wars - Solução explosiva!


Na ultima missão que era aparentemente simples (claro que com o grupo Phoenix Down nada é simples). A missão era... Qual era mesmo a missão? Sei, lá deve ser explodir algo... Acho que era explodir uma fábrica... Sim... explodir uma fábrica que faz pesquisas secretas para o império!

A nossa unica pista era de ir atrás de informações de um cientista que trabalhava na fábrica (e que pelo jeito era um contato do pessoal da Aliança), mas que sofre um misterioso "acidente". Descobrimos que com ele trabalhava uma outra cientista. Conseguimos o contato com ela e falamos para ela que a mesmo corre grande perigo, pois o pessoal da fábrica está dando "fim" aos cientistas do projeto que o "acidentado" trabalhava... Um pouco de paranóia serve para fazer a pessoa falar mais fácil! Ela fala que vai sumir, pois está com muito medo. Resolvemos dividir o grupo. Helen e eu vamos para o apartamento dela e o nosso infiltrator (Kuroshiya) foi para o apartamento do cientista morto em busca de mais pistas.

Depois de entrar no apartamento da cientista, vou até o quarto, vejo um corpo caído no chão com marcas de blaster. Ela está morta. A Helen, que está me dando cobertura e em cima de outro prédio, avista pessoas de preto entrando no prédio, ah... esqueci de mencionar, ainda no espaço-porto, percebo pessoas de preto olhando insistentemente para a nossa nave e para nós. Abro rapidamente uma saída pela parede dos fundos e voltamos para o espaço-porto. Ainda bem que deu tempo de pegar o datapad que estava no quarto.

No espaço-porto, começo a achar que estou ficando louco, pois tenho a impressão que estamos sendo vigiados por quase todo mundo. Resolvo ir até o banheiro. A Helen avisa que tem pessoas de preto indo ao banheiro. Tranco a porta do banheiro e detono com um duto de ar que dá para o banheiro. Entro no duto e fujo de lá. Saio no telhado e tento reprogramar um turret que está lá, mas demoro demais para isso, o que chama a atenção de guardas e principalmente do pessoal de preto que está a minha procura. A Helen fala para eu acionar a nave e fugir que ela vai me dar cobertura. Aciono o R2 para que ele ligue a nave e pilote até onde estou. Quando a nave chega perto, escuto tiros de blaster e vejo alguns homens de preto caindo. Tenho certeza que é a Helen. Escapo com a nave e no espaço, aciono o comunicador e para a minha surpresa, quem atende é um homem. Peço pela Helen e ele me diz que ela está na fábrica. Desgraça... Ela foi capturada. Ele também diz para eu me entregar na fábrica em no máximo 2 horas, caso contrário nem precisaria mais aparecer, pois a Helen seria morta depois disso. Quando faltam 30 minutos para o fim do prazo, aciono novamente o comunicador da Helen e peço para falar com ela, pois preciso de uma prova que ela está viva. Ele não deixa! Interessante... Vejamos:
1. Helen está morta.
2. Ela está viva e como a fábrica tem 10 andares para baixo, ela provavelmente está no último andar sofrendo torturas e sendo interrogada.

Bem, se eu me entregar, vou ser mais um lá em baixo... Tenho uma bomba nuclear aqui comigo. Se ela estiver lá em baixo, não sofrerá radiação e com certeza eles devem ter suprimento e entrada de ar de outro local... Vamos ver...

Levo a nave até onde está a fábrica e falo que vou descer em breve. Sobrevôo o local e solto a bomba nuclear bem sobre a fábrica. Agora já distante do local só vejo isso:

Será que da próxima vez eles saberão que não se deve meter com um G-Die? Ops... Não haverá uma próxima vez!

Fico na lua do planeta para ver o que deu a minha bombinha e para a minha surpresa o comunicator é acionado. É o pessoal que já viajamos antes, lembro dos dois Jedies e da pilota. Fico meio preocupado, que eles são meio malucos, sabe essa história de força deve afetar o pensamento equilibrado e lógico... Ainda bem que sou uma pessoa equilibrada e isso não me afeta.

Ficamos de nos encontrar aqui na lua do planeta. Vamos ver no que dá... será que a radiação da bomba já passou?

Murdock "G-Die"

Star Wars - Datapad de Albert Krayt - Parte 10

Dia 04 / Mês 04 / ABY 10
Planeta: Yavin 4
Local: Jedi Praxeum

Novamente em casa!
5 dias após a longa viagem de Da Soocha V até Yavin 4 foram bem... entediantes. Aproveitei um bom tempo da viagem em meditar a respeito sobre os últimos acontecimentos até o momento.

As informações que Smoke conseguiu sobre Johan Kessler, o embaixador "morto-vivo" que participou diretamente nas "investigações" e "condenações" da equipe Phoenix Down e do próprio Smoke.
Descoberta de "blueprints" de um canhão laser de grande escala na nave abatida em Tatooine, na memória do NAV Computer extraído da nave obtivemos os últimos saltos espaciais e identificamos as coordenadas de um planeta chamado Ossus em um sistema esquecido.
Com base nas informações obtidas dos blueprints indicam que a empresa Kuat Drive Yard é a responsável pelo projeto, com isso nós fomos designados a investigar o local porém na última chamada a mestra Vima pediu a presença de um de nós para verificar os registros na academia.

E aqui estou eu... pouso no espaço-porto, desembarco e me dirijo ao templo. Como a mestra não se encontrava no local (?) decidi descansar da longa viagem em meus aposentos.

Dia 05 / Mês 04 / ABY 10
Planeta: Yavin 4
Local: Jedi Praxeum

Ofegante e exausto... Tomado pelo medo... correndo desesperadamente dentro de uma floresta escura em direção a uma fonte de luz...


Levanto-me pertubado... já tive pesadelos antes mas não de forma tão intensa. Tento voltar a dormir porém o pesadelo persiste ao longo da noite. Ao longo do dia, ainda perturbado, pude me reunir com a mestra Tionne, principal responsável pela restauração da biblioteca, e discutimos sobre Ossus. Após várias horas ajudando ela em restaurar os starcharts aprendemos que o sistema Adegan no setor Auril é onde se encontra o planeta. Impressionante a quantidade de manuscritos sobre Ossus, Jedi Code, Juramento de um Padawan, the Jedy Way, é como se fosse um lugar sagrado e referência em um passado distante.

Pintura recuperada sobre a Grande Biblioteca Jedi em Ossus

Aprendemos que houve uma catástrofe no Setor Auril. Durante a Grande Guerra contra os Sith no ano de 3996 BBY ocorreu a destruição do Cron Cluster criando-se uma Supernova, o que gerou destruição de 3 sistemas dentro do setor, foi isto que causou a devastação de Ossus e resultou em um gigantesco campo de asteróides hoje conhecido atualmente como Con Drift ao "sul" rota de comécio Perlemiana. Estranho... lembro que havia algo próximo nessa rota....

Cron Supernova

Mestra Tionne decide encerrar por hoje e que continuemos amanhã a busca. Peço ao R5 que durante meu descanso ele busque todas as informações possíveis sobre o setor Auril e a rota Perlemiana.

Dia 06 / Mês 04 / ABY 10
Planeta: Yavin 4
Local: Jedi Praxeum


... A luz se extinguiu e a escuridão toma completamente a floresta...

...Medo, frio, solidão...

...vagando no vazio repleto de escuridão...

...Uma escuridão sem fim...

...tão vazio.

BLAST! Olho vagamente para o relógio e vejo que já passei do horário da manhã, escuto trovões e chuva caindo sobre nós e afundo minha cabeça no travesseiro. Simplesmente não consigo descansar. Tento novamente dormir mas de hora em hora estes pesadelos tomam meu sono. Simplesmente sufocante e insuportável...

Escuto beeps no comlink, R5 transmitindo o sinal... claro... mandei ele pesquisar durante meu descanso e pelo visto está repetindo o sinal visto que não respondi. Ordeno ele a vir até meus aposentos para verificar o que ele conseguiu.

VECTOR SIGMA!!! R5 de fato recolheu informações de tudo sobre o setor e a rota... literalmente de tudo... Hehehe! Pelo visto vou poder me ocupar um bom tempo enquanto separo das informações úteis do lixo eletrônico. Últimas notícias...Artigos.... Zonas de Guerra (Outposts nas bordas deste setor? hahaha... só para melhorar as coisas huh?), Rotas ilícitas.... Rotas ilícitas? Hmm... lembrei... lembro-me quando trabalhava com meus pais que alguns mercadores de rotas "alternativas" para escapar do bloqueio Imperial, lembro-me de rumores de piratas em diversas regiões não patrulhadas da galáxia.

Separo estas informações, adiciono mais informações de minha parte e peço ao R5 partilhar estas informações com mestra Tionne, e peço para informá-la também que hoje não poderei ajudá-la no momento e que assim que eu melhorar estarei a disposição.

Dia 07 / Mês 04 / ABY 10
Planeta: Yavin 4
Local: Jedi Praxeum

Novamente sou perturbado por estes pesadelos, como se um ponto negro estivesse se expadindo em um local. Deixo meus aposentos, alimento-me e vou até a biblioteca ajudar mas sem sucesso. Eis que mestra Vima (teria retornado de viagem?) entra no recinto e ao me ver vem até mim, e questiona-me por estar tão abatido. Conto-lhe sobre o que venho sentindo e sobre os pesadelos e ela explica sobre as "mensagens" que Força está lhe transmitindo. Um aviso o qual não devo ignorá-lo e que devo me preparar para agir corretamente no futuro próximo. Pede-me para parar com o que estou fazendo e pede-me que use a meditação, relaxe e deixe a Força fluir pois neste momento está você pronto para aprender a sentir o caminho que deverá percorrer.

Após longas horas de meditação pude rever novamente os avisos mas sem ser tomado pelos mesmos... que um grande mal esta para acontecer. Revigorado por aprendizado me dispeço das mestras e parto para minha nave com o R5. Já estamos no limite de tempo para nos reagruparmos com Andor e Zardra. Coloco o R5 na nave e subo no cockpit, começo a fazer os cálculos para viajar até o planeta Kuat quando beep de uma mensagem no comunicador começar a tocar.

Atendo o comunicado e é do mestre Joffrey e este muda os planos de ação devido a pedidos do mestre Yoda (mas ele não faleceu?) para que nós protegêssemos e guiássemos o caçador de recompensas Smoke e os soldados da aliança Murdock e Hellen, pois estes em um futuro próximo deverão participar de um evento de grande importância que irá mudar rumos da galáxia e se estes caírem o futuro pelo qual lutamos será comprometido.

Ele me passa as últimas coordenadas (Tatooine!?) onde Smoke foi visto, Murdock e Hellen foram presos e separados em estações prisões. Há rumores que fugiram e não há notícias desde então. Decido ir atrás do Smoke pois acredito que será mais fácil rastrear os outros dois tendo um caçador experiente para a tarefa. Recalculo as coordenadas da viagem para Tatooine e parti para uma longa viagem novamente.

E a caçada continua parte II

Bom esse não foi o fim da história, pois como disse ser bela é complicado, ainda mais quando você conseguiu ser convidada para aquela festa fundamental para descobrir mais coisas sobre o artefato. Estar cheia de cortes profundos, hematomas gigantescos e quase deformada não é fácil de explicar e nem o que esperam dessa beldade aqui. Enfim, a única solução é comprar favores do Morlor que pode me curar a jato e foi o que fiz. Passei a ele um dos meus pactos e ele me curou. Não sei se foi fácil, mas com certeza tudo aquilo de fé que foi usado chamou muuiiiittttaaaa atenção dos celestiais, que juntando com o incêndio anterior somaram 1 + 1 e claro que o reusltado foi: seres infernais em Denver. A temporada de caça está aberta.

Como no meu caso beleza veio acompanhada de raciocínio e inteligência, saí fora da pensão e fui para um local mais seguro, onde os anjos não me encontrassem assim tão fácil. E como desgraça pouca é bobagem começou a chover, na verdade tive a impressão de que um novo dilúvio estava caindo sobre a terra, o que não deixa de ser verdade em se tratando da ira de um celeste. Instalei-me no hotel e fui me preparar para a festa de hoje a noite. Avisei Richard da minha mudança de endereço e pronto, agora é ficar linda.

As 20h00 meu par chega e me conta que a festa foi cancelada (vaca pedante essa Margareth) no ultimo momento sobre o pretexto da anfitriã estar se sentindo mal devido ao tempo (só conheço um ser tão suscetível assim e este não anda sob o sol). A solução foi convidar o Richard para tomar um vinho aqui mesmo no hotel. Ah! Como a suscetibilidade masculina a uma bela mulher é nossa aliada fiel. É só olhar nos olhos, colocar uma roupa provocante (não confundam com vulgar) e fazer cara de anjinho (ou demônio) que eles cantam como um rouxinol em plena primavera. Richard é uma fonte interessante de informações sobre a inauguração do teatro. Amanhã vai ser um dia interessante e perigoso, mas quando que não é? Quando se é um demônio a vida é sempre interessante e perigosa.