- Amon: NÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOOOOOOOOOO me encha o saco guri!
- Arken: Tsc! Quem ligou o "circulador de ar"?

Mais um dia, mais um chute no meio das pernas...
Estava eu, toda bondosa acolhendo a rapariga da Mizael, que por algum motivo estava se escondendo de alguém, provavelmente do namorado dela. Sabe como são estes jovens de hoje, ela deu em cima do raparigo e agora tá fazendo doce. Mas esta estória fica pra outra vez, o importante é ir atrás da planta pra fazer um chazinho de bebê. Já tinha ouvido falar de "chá de bebê", agora eu sei o que é. Só precisamos de uma planta e alguns recém-nascidos.
Reunimos metado do grupo, infelizmente na minha casa e fiz questão de não servir biscoitos, ou eles já iam achar que minha casa é a casa da mãe Joana. Horas e horas discutindo, bando de inúteis, falam, falam e não decidem p**ra nenhuma, parece os incompetentes da minha classe que me mandam umas m**das de trabalho só enchendo linguiça. Bando de inúteis, vão levar tudo um F na nota.

Depois de muito tempo, os c**nos decidem invadir a fábrica farmacêutica (quem sabe eu aproveito e pego uns remédios que estou precisando), e pedem pra eu alugar um carro, e lá vai a senhora bondosa, de saco cheio, dar uma de chofer da patricinha pra cá e pra lá. Bando de aproveitadores, só porque eu tenho um coração mole, seus c**nos.

Alugo o carro, pego alguns c**nos e levo eles até o ponto de encontro, em um acostamento perto da estrada que vai pra fábrica. E nem me avisaram que tava frio pra c**ete. Eu, mesmo na flor da minha idade, odeio o frio. Das poucas coisas que me irritam, o frio é uma delas. Aí eu penso "p**a que pariu, que frio do c**ete... mas podia ser pior, podia estar nevando" (sabe como é, estamos no inverno). Quando eu me preparo pra invasão na fábrica, o que eu vejo? Vá se f**er, começa a nevar! Apenas olhei para o lado, toda simpática, e a Mizael só fala "gente, foi mal". FOI MAL O C**ETE. Já tá um frio do inferno e você me faz piorar? P**ra, tão querendo me sacanear, não ensinam o uso de fé nível básico na sua casa?

*pausa pro chá*

Onde eu estava? Ah, sim, os c**nos foram invadir a fábrica farmacêutica. Ah, f**a-se, quem quiser saber da m**da que deu, que preencha um formulário e dê entrada na secretaria da faculdade, que isto já cansou minha vasta beleza. Finalizando, o c**no do Amon me apunhalou pelas costas, tentou me comer e sugar a minha essência. P**a m**da, já não chega a inútil da Naruel colocar fogo na reserva florestal da cidade, o v**do do Morlor chamar todas os anjos pra cima do grupo, ainda me fazem perder a novela pra sair na m**da do frio.

Resumindo, tenho filho v**do mas não tenho filho demônio.

Episódio: A sobremesa é a melhor parte
Jogadores - Nicknames de Demônio

Chu - Amon
Miriam - Mizael
Bruna - Naruel
Vitor - Samael
Renato - Arken
Artur - KalimaelFabio - Nikodemo
Rodrigo - Morlor
Na última aventura descobrimos que para passar pela barreira que nos impede a entrada do teatro precisávamos de uma planta extinta da antiga Babilônia e que somente tem uma amostra seca da sua flor, mas o mesmo foi solicitado por uma fábrica aqui próximo.
O pessoal resove se reunir no apartamento de Nikodemos e durante a reunião (naquele bla, bla, bla), resolvo ir a uma loja de armas, para "fazer compras".
Resolvo ir pelos esgotos e no caminho aproveito falo com o vampiro que eu já havia encontrado anteriormente e proponho a ele ter a honra de ser o meu seguidor. Ele pede um tempo para pensar no caso.
Saio dos esgotos e me dirijo a loja de armas. Vejo que tem dois atendentes e antes de entrar na loja, aciono minha forma apocalíptica (para quem não sabe um demônio tem duas formas apocalípticas: 1. A que ele continua humano, mas com poderes extras e a 2. Forma bestial, com mais poderes ainda, mas visando destruição) e entro na loja. Falo com um dos atendentes e ele pede o meu registro de armas. Penso nas alternativas:
1. Sou bonzino e falo que não tenhoo e saio da loja.
2. Assumo a minha forma aterrorizadora e como o corpo e a alma dele e depois abro o cofre e pego as amrmas que eu quero?
Não demoro muito para chegar a minha opção... Claro que é a opção 2.
Mato um deles e corro para a direção da outra atendente. Seguro o braço dela (que tentaava acinar o alarme) e falo bem baixo, que ela não deveria fazer isso.
Aproveito para coletar fé dela. Digo a ela que a pessoa que trabalhava lá tinha certas dívidas com o demônio e que ele estava lá para cobrar o seu preço. Sinto a fé dela vindo para mim e preenchendo o meu ser. Pego a chave do armário e escolho as armas: 2 fuzie, 2 escopetas, 4 pistolas de grosso calibre e 2 revólveres. Volto para os esgotos e vou para o aprtamento de Nikodemos, mas não antes de matar a atendente.Chegando lá não encontro ninguém, ligo para Nikodemos e acertamos dele passar por aqui e me buscar. Ao entrar no carro de Nikodemos, Naruel liga e fala que está próximo do carro. Aguardamos ele e vamos para o meu apartamento.
No apartamento, tomo um banho e troco de roupas, pois a anterior ficou cheio de sangue. Separo as armas na cama, passo algumas para Naruel e coloco todas as outras na sacola. Segundo o Narual, todos ficaram de se encontrar na estrada em direção a fábrica que fica há mais ou menos a 3 quilômetros dala.
Chegando no local combinado, recebo a missão de derrubar um poste (para cortar a energia e comunicação da fábrica). Que desgraça, se era para derrubar o poste, por que vim até aqui e agora terei que voltar um monte para derrubar o poste e não fizemos isso antes?
Vou até o poste e no caminho vejo que o tempo fecha e começo a sentir frio, muito frio. Assumo a minha forma apocalíptica e com isso, deixo de sentir o frio. Chego até o poste e o derrubo. Começa a nevar!
Resolvo ir até a fábrica e aí é que as coisa começa a ficar esquisita... Começa a ter uma espécie de tempestade de terra, isso mesmo, o vento coneça a sofrar torrões de terra, isso claro que além da neve e mau tempo, bem, pelo menos não é chuva de água benta.
Chego até o muro da fábrica e resolvo comer uma parte do mesmo para abrir uma entrada para o pessoal, mas começa um terremoto e vários holofotes começa a acender, bem como começa a tocar alarme. Com o tremor, não consigo fixar corretamente os dentes no muro. resolto tomar forma de um pombo e sobrevôo o local. Vejo que sai de dentro da fábrica (pelas portas frontais)

Dou uma mordida nele e ele "retribui" com uma outra mordida. Dou uma segunda bocanhada nele e ele cai morto. sinto a sua essência saindo do corpo e rapidamente absorvo o mesmo... Ah... Como é bom consumir demônios... Novos poderes!
Viro novamente um pombo e vou até lá fora... Sobrevoando vejo um demônio próximo ao carro que Mizael está fugindo. Vejo outro demônio (do fogo) e caído no chão próximo a ele está o corpo de Arken. Decido rapidamente em qual dos dois irei atacar e então pouso atrás do demônio que está próximo a Mizael (pelo menos o corpo dele ainda está vivo). O demônio que está próximo a Mizael é de sombras e fantasmas, coisa de macumbeiro (vide figura ao lado). Após o pouso, já assumo a forma apocalíptica e o ataco. Dou uma mordida. Naruel pouso ao lado e assume a forma apocalíptica dele. Naruel ataca o mesmo demônio que eu, causando mais dano e para finalizar arranco mais um pedaço da carne do nosso inimigo. Ele cai e para a nossa surpresa o corpo se transforma na Helen (hopedeira de Nikodemos). Eita cagada... Pelo jeito pegamos o demônio errado, bem... quem mandou estar no local errado na hora errada! Nikodemos tem que agradecer por eu não ter sugado a sua essência! Agora pensando bem, percebo que senti o gosto de carne velha... sabe como é... sabor de um galo velho, mal cozido e duro e com notas de naftalina... Sou um verdadeiro Gourmet.Ao terminar o combate, vimos que o demônio de fogo evadiu do local. Assumo a forma de pombo e resolvo fazer uma varredura na área em busca dele.
Agora vamos em busca da sobremesa...
As informações que Smoke conseguiu sobre Johan Kessler, o embaixador "morto-vivo" que participou diretamente nas "investigações" e "condenações" da equipe Phoenix Down e do próprio Smoke.
Descoberta de "blueprints" de um canhão laser de grande escala na nave abatida em Tatooine, na memória do NAV Computer extraído da nave obtivemos os últimos saltos espaciais e identificamos as coordenadas de um planeta chamado Ossus em um sistema esquecido.
Com base nas informações obtidas dos blueprints indicam que a empresa Kuat Drive Yard é a responsável pelo projeto, com isso nós fomos designados a investigar o local porém na última chamada a mestra Vima pediu a presença de um de nós para verificar os registros na academia.

Levanto-me pertubado... já tive pesadelos antes mas não de forma tão intensa. Tento voltar a dormir porém o pesadelo persiste ao longo da noite. Ao longo do dia, ainda perturbado, pude me reunir com a mestra Tionne, principal responsável pela restauração da biblioteca, e discutimos sobre Ossus. Após várias horas ajudando ela em restaurar os starcharts aprendemos que o sistema Adegan no setor Auril é onde se encontra o planeta. Impressionante a quantidade de manuscritos sobre Ossus, Jedi Code, Juramento de um Padawan, the Jedy Way, é como se fosse um lugar sagrado e referência em um passado distante.
Bom esse não foi o fim da história, pois como disse ser bela é complicado, ainda mais quando você conseguiu ser convidada para aquela festa fundamental para descobrir mais coisas sobre o artefato. Estar cheia de cortes profundos, hematomas gigantescos e quase deformada não é fácil de explicar e nem o que esperam dessa beldade aqui. Enfim, a única solução é comprar favores do Morlor que pode me curar a jato e foi o que fiz. Passei a ele um dos meus pactos e ele me curou. Não sei se foi fácil, mas com certeza tudo aquilo de fé que foi usado chamou muuiiiittttaaaa atenção dos celestiais, que juntando com o incêndio anterior somaram 1 + 1 e claro que o reusltado foi: seres infernais em Denver. A temporada de caça está aberta.
Como no meu caso beleza veio acompanhada de raciocínio e inteligência, saí fora da pensão e fui para um local mais seguro, onde os anjos não me encontrassem assim tão fácil. E como desgraça pouca é bobagem começou a chover, na verdade tive a impressão de que um novo dilúvio estava caindo sobre a terra, o que não deixa de ser verdade em se tratando da ira de um celeste. Instalei-me no hotel e fui me preparar para a festa de hoje a noite. Avisei Richard da minha mudança de endereço e pronto, agora é ficar linda.
As 20h00 meu par chega e me conta que a festa foi cancelada (vaca pedante essa Margareth) no ultimo momento sobre o pretexto da anfitriã estar se sentindo mal devido ao tempo (só conheço um ser tão suscetível assim e este não anda sob o sol). A solução foi convidar o Richard para tomar um vinho aqui mesmo no hotel. Ah! Como a suscetibilidade masculina a uma bela mulher é nossa aliada fiel. É só olhar nos olhos, colocar uma roupa provocante (não confundam com vulgar) e fazer cara de anjinho (ou demônio) que eles cantam como um rouxinol em plena primavera. Richard é uma fonte interessante de informações sobre a inauguração do teatro. Amanhã vai ser um dia interessante e perigoso, mas quando que não é? Quando se é um demônio a vida é sempre interessante e perigosa.
Ser demônio, ao contrário do que se imagina, não é fácil. Somos poderosos, somos amendrotadores, enchemos as almas de puro terror. Mas mesmo assim não é fácil.
Veja nossa situação: estamos em Denver buscando um artefato poderosíssimo, pertencente é claro a um anjo também poderoso. Como se isso não bastasse, passar desapercebidos tem sido um tanto quanto difícil se levarmos em consideração alguns fatos que só chamaram atenção dos celestiais sobre nós, o que por si só é de matar, literalmente.
Imagine a seguinte situação: você é uma pessoa lindíssima, que deixa a todos sem fala. Recebe convites para eventos dos mais difíceis e elitizados, se acaba de tanto cuidar do seu avatar e ai vem uma missãozinha simples como essa para lhe dar uma bela dor de cabeça. Cá estamos eu junto com Naruel e Samael investigando uma área de trailers junto a uma floresta quando escutamos uivos. O maluco do Naruel me vem com um papo de que eram lobisomens.... ai meus demônios.... lobisomens, esse demônio maluco não tem o que inventar não?!!!!! Aí aparecem uns lobos vitaminados e claro que eu não vou permitir que um cachorro crescido ache que vai me fazer sair correndo com o rabo entre as pernas. Se sou magnífica como humana, sou melhor ainda na minha forma apocalíptica: mesmo com garras gigantescas e fortes, peçonhas venenosas, braços adicionais, olhos completamente negros (lembra dos demônios daquele seriado Supernatural?) sou ainda assim de uma beleza estonteante. No que isso ajuda? Basta dizer que ninguém resiste a mim, isso inclui qualquer ser com vida. Mas tudo tem um porém e nesse caso o meu porém é não poder fazer mais nada a não ser continuar bela, ou seja, atacar aquele cachorro grande não foi uma boa idéia, mas mesmo com danos (bem grandes por sinal) eu transformei ele em um lobisomem extinto, pelo menos foi o que eu achei até ele levantar e partir para cima de mim. E heis que do nada tudo irrompeu em chamas, não aquelas chamas mais comuns e sim um incêndio colossa, daqueles dantescos mesmo. Era Naruel tacando fogo na mata, o que claro fugiu do seu controle e ele queimou um bom pedaço da floresta, mandando fumaça até às portas do paraíso. Aff! Devo admitir que não foi fácil sair dali, mas no final acabei escapando e indo para a pensão onde estava hospedada.
Jogadores / Nicknames de Demônio
Chu "Amon"
Mimi "Mizael"
Bruna "Naruel"
Vitor "Samael"
Renato "Arken"
Artur "Kalimael"
Barph "Nikodemos"
Rodrigo "Morlor"
Antes de começar o relato, deixe-me terminar de comer, que a minha mãe falou que é falta de educação falar de boca cheia. Da próxima vez eu vou comer um humano desossado, que o fêmur atrapalha na digestão!Bem, vamos começar com a história de ir pra Denver e recuperar o instrumento musical do anjo (Ablon). Tá... é uma missão basicamente simples, ir lá, pegar um instrumineto musical... Mas que diabos que é essa missão estúpida, eles nem sabem qual instrumento que é, do jeito que a nossa sorte vai, no mínimo deve ser um órgão que está dentro da igreja!
Denver... o que posso dizer dessa cidade? Vamos lá, é uma cidade universitária, com vários alunos e atletas bolsistas, que fariam de TUDO para manter uma excelente forma física e outra... eles tem uma um grande presídio e também um manicômio, coisa saborosa para nós demônios... O que será que eles não fariam para poder ter um pouco mais de força ou um pouco de esperança para as suas mentes atormentadas.
Em Denver contactamos Nikodemos, que é uma espécie de professora regente da Universidade. Começamos por investigar sobre a garota que "repentinamente" tem a voz angelical. Resolvemos ir até a casa dela, e Arken sentiu presença sobrenatural na área onde estava a garota. Resolvemos dividir a nossa equipe (metade vai para a casa da garota e outrametada para a escola dela) para que seja verificada se é a garota ou se é o local que tem uma presença sobrenatural. Descobrimos que é a garota.
Mizael resolve investigar a galeria de arte e consegue entrar na alta sociedade. Eu particularmente acho meio indigesto esse pessoal de "sangue azul", mas no final das contas todos eles tem sangue vermelho mesmo.
Ainda durante a tarde vamos investigar o teatro. Assumo a forma de um pombo e descubro que o teatro tem uma "redoma" que protege de entrada de anjos/demônios. Ao encostar na redoma, aparece um símbolo, que descrevo para o grupo e depois de muito tempo de pesquisa, descobrimos ser um ritual pagão.

Ainda a noite, peço uma pizza e janto o entregador. Na manhã seguinte, resolvemos voltar ao local do acampamento (eu, Kalimael, Mizael e Naruel). Arken, Morlor junto a Nikodemos resolvem pesquisar mais sobre o histórico do teatro . Não encontramos nenhum trailer. Novamente invoco dois lobos e comando eles para seguir a trilha dos trailers. Kalimael resolve vir junto comigo. Seguidos os lobos em corrida até a cidade. Na cidade, compramos coleiras e colocamos nos lobos (para que pareçam cães, bem ferozes, mas ainda assim cães). Eles param na entrada do teatro. Resolvemos levar novamente os lobos para a floresta. Quando nos aproximamos, sinto cheiro de fumaça e vimos muita fumaça vindo de lá. Já imagino o Naruel, que deve tger colocado fogo na floresta. Ligo para os bombeiros e para as emissoras de televisão, falando sobre o incêndio.
Voltamos para a cidade e retornamos para o refugio no hotel. Mizael retorna em seguida, bem ferida e Naruel não está junto. Ela faz a troca de pacto com Morlor e este faz o processo de cura dele. Arken nos avisa que ele está gastando muito fé e que está chamando muita atenção (principalmente de Ablon). Resolvemos evadir do local, deixando Mizael e Morlor sozinhos no apartamento. Eu e o Arken resolvemos ir para os esgotos. Eu estava com planos de verificar se a tubulação de esgoto passa por baixo do teatro.

Repentinamente durante a tarde começa a chover com nuvens bem carregadas. Arken começa a queimar por causa da chuva. Que desgraça, é uma chuva de água benta. Corremos até um outro hotel (pela tubulação dos esgotos) e saimos próximo ao hotel. Entro no hotel já começando a queimar e pego um guarda chuva para Arken. Vejo que ele está bem queimado. Ao entrarmos no hotel, peço o kit de primeiros socorros e levo Arken para o quarto tratar de suas feridas. Do último andar vemos que a tempestade aumenta, forma-se um ciclone em direção ao hospital. Escuto o grito de Ablon. Um grito aterrorizante, se eu fosse a presa dele, eu estaria correndo desde já.

Quando a chuva passa, vou para os esgotos. Arken e Mizael vão para a casa de Nikodemos pesquisar sobre o simbolo pagão. Nos esgotos faço contato com um vampiro e ele fala que eles já sabiam que essa chuva de água benta viria. Que isso foi contado por outro da minha espécie (outro demônio) e que ele (o vampiro) também não consegue passar pelo símbolo de proteção. Aproveito e vou para o parque da universidade e mato uma jovem que estava fazendo corrida (exercício faz mal a saúde), extraio o seu sangue e encho o recipiente para fazer o ritual de comunicação. Faço contato com Belfior e passo o relatório de tudo (inclusive de que tem demônio de outra facção aqui). Peço ajuda quanto ao ritual. Nikodemos, Arken e Mizael descobrem que é um ritual pagão (babilônico), que para passar pelo selo de proteção, tem que misturar com uma flor babilônico o sangue de uma menina e um menino recém nascido. Que beleza, por que não usar o sangue de um morimbundo?! O pessoal mais antigo são um bando de sádicos mesmo e depois é que chamam a gente de demônio!
Agora vamos atrás de sangue de bebê...



