Depois de 8 anos juntos, nossa equipe de caçadores resolveu enlouquecer. Primeiro foi o Icaro que morre e volta dizendo que é anjo (azar o dele, sexo never more). Depois o Vaticano é tomado por demônios e nossa fé fica completamente abalada, rezar funciona como um alvo pintado no meio do peito e chamariz de malevolência mundo afora. Se não bastasse isso, a descofiança começa a fazer parte do dia-a-dia do grupo. Imagine você, caçador de aberrações como demônios e vampiros ser inoculado com sangue deste ultimo. Pois é, depois de uma sequência sem fim de atitudes absurdas, que em nada condiziam com a pessoa corajosa que conheci, nossa médica, Elisa pirou, ficou covarde, fez um monte de desatinos e por fim deixou lacunas a serem preenchidas de forma tal que acabou virando alvo das minhas desconfianças mais sinistras.
Primeiro ela virou alvo ambulante do JCL, que queria a chave da biblioteca de Alexandria de qualquer forma. O medo dela era tanto que quando resgatamos o rapaz que é o guardião da biblioteca, ela simplesmente jogou a chave nas mãos do moleque e procurou salvar o próprio rabo o mais rápido possível. Depois criou uma fixação pelo Hobbies (ursinho da profetiza) e resolveu chutar o pau da barraca no meio de um momento super estressante. Ah! Não esquecendo daquelas criaturas infernais que quando abocanham a presa não largam de jeito nenhum, somente com um pacto feito com algum demo. Pois é, a Elisa, uma das poucas pessoas que ainda estava consciente na equipe, estava num hospital onde todos coincidentemente (e pela segunda vez), foram sacrificados menos ela, Hans e Carlos (esses ultimos em coma claro).
Minha cabeça ficou a mil quando percebeu algumas ligações entre os fatos e como toda boa caçadora, a desconfiança de que algo está muito errado soou um alerta que acabou se tornando um verdadeiro grito quando o Hans me contou que nossa médica tinha injetado sangue de vampiro nele. SANGUE DE VAMPIRO nas veias de um caçador.... e a safada ainda teve a pachorra de dizer na minha cara que foi para salvar alguém que servia aos propósitos dela. Não deu outra, puxei a arma e mandei ela parar o carro, mas ela resolveu acelerar.... Azar de quem estava junto, eu não ida deixar essa safada sair dali com a profetiza e o guardião da biblioteca de Alexandria assim facinho. Não parou o carro, eu paro, nem que todos morram no processo... puxei o freio de mão... tudo estava girando muito rápido, minha arma foi parar longe... ai.... ela estava pegando uma faca com veneno na lâmina... eu disse que ela era a traidora...
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